Ceará é o 8º na geração de empregos com carteira assinada em janeiro
20 de março de 2026 - 11:55
Em janeiro de 2026, o Ceará gerou um total de 52.725 empregos formais (com carteira assinada), terceiro melhor resultado do Nordeste, ficando atrás somente da Bahia e Pernambuco, e oitavo dentre os 26 estados brasileiros. A informação está no Enfoque Econômico (Nº 316) – Saldo de Empregos Formais Cearense em Janeiro de 2026, que acaba de ser publicado pela Diretoria de Estudos Econômicos (Diec) do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece). Os dados tem como base o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Ao analisar a distribuição do saldo de empregos formais cearense por faixa etária referente a janeiro de 2026, duas se sobressaíram na criação de vagas de trabalho formal: a de 18 a 24 anos, que registrou um saldo positivo de 2.105 vagas, e a faixa etária até 17 anos, que criou outras 415 vagas. Por grau de instrução, também referente a janeiro de 2026, das sete faixas analisadas, três registraram saldos positivos de empregos: superior incompleto (154 vagas); superior completo (123 vagas) e analfabeto (15 vagas).
O autor do trabalho, o analista de Políticas Públicas Alexsandre Lira Cavalcante, observa que, no saldo de empregos formais, por Grande Grupamento de Atividades Econômicas para janeiro de 2026, das cinco grandes atividades econômicas, duas registraram saldos positivos de empregos, serviços (1.045 vagas) e construção (785 vagas). No grupo dos serviços, as atividades que geraram empregos foram: outros serviços (655 vagas); administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (647 vagas) e informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (511 vagas).
Clique aqui e acesse o Enfoque Econômico – Nº 316 – Saldo de Empregos Formais Cearense em Janeiro de 2026.
Assessoria de Comunicação do Ipece
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