Após deflação em setembro, IPCA e INPC fecham em alta na RMF, em outubro

11 de novembro de 2019 - 14:24

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), em outubro, fechou em 0,04%, acima do índice de setembro, que foi de -0,08%. Dentre as 16 cidades/regiões metropolitanas pesquisadas, a de Fortaleza ficou em nono lugar, juntamente com Aracaju, com o índice de 0,04%. Seis regiões registraram deflação no mês passado. Já o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) na RMF, em outubro, subiu no mesmo percentual (0,04%), enquanto que em setembro o índice tinha sido de -0,05%. O IPCA e o INPC fecharam em alta, após deflação verificada em setembro deste ano.

No ano (janeiro a outubro), o IPCA na RMF ficou em 3,45%, bem acima de igual período de 2018, quando atingiu 2,91%. O resultado deste ano foi maior que ao IPCA nacional no período, que fechou em 2,60%, enquanto que nos dez primeiros meses do ano passado o índice atingiu 3,81%. Os dados estão no Termômetro da Inflação (Volume 2 – nº 11 – Outubro/2019) publicado pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), órgão vinculado à Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) do Governo do Estado do Ceará.

O trabalho revela que, em outubro, dos nove grupos pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), três apresentaram deflação na RMF e no Brasil. Dentre os que registraram queda, destaque para o Grupo de Transportes, com deflação de -0,65% e -0,61%, respectivamente. O Item Energia Elétrica foi o que apresentou maior variação negativa no Grupo, com queda de -2,77% na RFM e de -3,22% no Brasil. Com o resultado de outubro (0,04%), o INPC, após acelerar em agosto, recuou nos dois meses subsequentes, atingindo 3,48% até outubro deste ano. O INPC se refere as famílias com rendimento monetário de um a cinco salários mínimos. É calculado também para dez regiões metropolitanas, além de seis municípios, que são as mesmas áreas geográficas que abrange o IPCA.

Clique aqui e acesse o Termômetro da Inflação – Vol. 2 ‐ edição nº 11.

Assessoria de Comunicação do Ipece
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