Taxa de desemprego no Ceará cai no quarto trimestre de 2017

28 de fevereiro de 2018 - 10:55

A Taxa de Desocupação (desemprego) do Ceará e do Brasil, desde que atingiu a máxima na série histórica no primeiro trimestre de 2017, seguiram uma tendência declinante ao longo do ano passado, principalmente no Ceará. No quarto trimestre de 2017, o desemprego no Ceará ficou em 11 por cento, representando um recuo de 3,3 pontos percentuais com relação à máxima atingida de 14,3 por cento no primeiro trimestre do ano. No Brasil, a Taxa de Desemprego também segue em queda desde a máxima histórica no mesmo período.

A boa notícia está no Termômetro do Mercado de Trabalho – 4º trimestre/2017 – nº 02 – fevereiro, que acaba de ser publicado pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), órgão vinculado à Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) do Governo do Estado. O trabalho tem como autor Daniel Suliano, analista de Políticas Públicas, e colaboração de Aprígio Botelho, assessor Técnico, e do estagiário Matheus dos Santos Carvalho, todos do Instituto.

De acordo com Daniel Suliano, o desemprego ainda se encontra  em patamares elevados, considerando a mínima histórica alcançada no quarto trimestre de 2014. “O influxo de pessoas Fora da Força de Trabalho para a Força de Trabalho não permitiu uma queda ainda mais intensa do desemprego no estado” – observa, acrescentando que a retomada cíclica da economia, desde o início de 2017, tem elevado a busca por ocupação elevando o tamanho da Força de Trabalho e reduzindo em um ritmo mais lento o número de desocupados no Estado.

A taxa de desocupação (desemprego) mede uma pressão direta sobre o mercado de trabalho de pessoas sem trabalho, que procuraram trabalho e estão disponíveis para começar a trabalhar imediatamente. Ele ressalta que são classificadas como desocupadas na semana de referência as pessoas sem trabalho (que geram rendimentos para o domicílio) que tomaram alguma providência efetiva para consegui-lo no período de 30 dias e que estavam disponíveis para assumi-lo na semana de referência. São consideradas também como desocupadas “as pessoas sem trabalho na semana de referência que não tomaram providência efetiva para conseguir trabalho no período de 30 dias porque já haviam conseguido trabalho que iriam começar após a semana de referência”.

Clique aqui para acessar o Termômetro do Mercado de Trabalho – Fevereiro 2018 – edição nº 02.


Assessoria de Comunicação do Ipece

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