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IPCA na RMF fecha 2,27% em 2017, bem inferior aos 8,34% registrados em 2016
Ter, 06 de Fevereiro de 2018 12:04

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) ficou, em dezembro de 2017, em 0,54 por cento, representando uma aceleração de alta no último mês do ano em relação a novembro, quando havia recuado em 0,16 por cento. O acumulado em 2017 (janeiro a dezembro) na RMF totalizou 2,27 por cento, bem abaixo do ano anterior, quando o índice fechou em 8,34 por cento. Os dados estão no Termômetro da Inflação (janeiro de 2018) – Edição 01, que acaba de ser publicado pelo  Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), órgão vinculado à Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) do Governo do Estado.

Série Histórica IPCA Mensal - Brasil e Região Metropolitana de Fortaleza (RMF)

Elaborado pela Diretoria de Estudos Econômicos (Diec) do Instituto, tendo como autor Daniel Suliano, analista de Políticas Públicas, e como colaboradores Aprígio Botelho, assessor Técnico, e Matheus dos Santos Carvalho, estagiário, o documento também mostra que o IPCA nacional ficou em 0,44 por cento em dezembro, acima do registrado em novembro, quando havia apresentado alta de 0,28 por cento. No ano de 2017, o IPCA nacional acumulou alta de 2,95 por cento, bem abaixo dos 6,29 por cento registrados em 2016 sendo, portanto, o menor acumulado desde 1998 (1,65 por cento), de acordo com o IBGE.

Todas as 13 regiões pesquisadas pelo Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor (SNIPC) tiveram inflação em 2017 abaixo do limite do teto da meta de 4,5 por cento estabelecido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Na região Metropolitana de Belém foi registrado variação de apenas 1,14 por cento no ano de 2017. Entre as treze regiões, Brasília e o município de Goiânia registraram a maior alta (3,76 por cento). O comportamento da inflação permanece favorável, com diversas medidas de inflação subjacente em níveis confortáveis, inclusive os componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária – observa o estudo.

Depois de sete meses consecutivos de variação negativa, o Grupo Alimentação e Bebidas voltou a registrar alta no IPCA nacional de 0,54 por cento, enquanto que na  RMF, a alta foi de 0,61 por cento, após seis quedas nos últimos sete meses. No Brasil a queda anual do referido grupo foi de 1,87 por cento e na RMF a involução foi de 3,36 por cento. Daniel Suliano observa que essa queda no nacional foi a única vez que o Grupo Alimentação e Bebidas registrou deflação desde a implantação do Plano Real. Como em ambos os casos o peso do Grupo é o maior na formação do índice – 22,1 por cento e 28,6 por cento no nacional e na RMF, respectivamente, o resultado foi a desaceleração geral do IPCA.

Já o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que se refere às famílias com rendimento monetário de um a cinco salários mínimos, em dezembro de 2017 fechou em 0,48 por cento na RMF, após recuo após recuo de 0,29 por cento no mês de novembro. A contínua queda do INPC ao longo dos últimos meses permitiu que a inflação da RMF com base neste índice fechasse em apenas 1,91 por cento em 2017.  Em dezembro de 2016 o acumulado dos últimos doze meses registrava 8,61 por cento. No nacional, houve também aceleração de 0,26 por cento, ante a variação de 0,18 por cento em novembro e em 2017 o acumulado ficou em 2,07 por cento.

Clique aqui para acessar o Termômetro da Inflação - Janeiro 2018 - edição nº 01.


Assessoria de Comunicação do Ipece

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