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Ceará apresenta, de janeiro a novembro de 2017, saldo positivo na geração de empregos formais desde o início da crise, em 2015
Qua, 10 de Janeiro de 2018 11:00

O Ceará ficou na quarta posição, em novembro do ano passado, na geração de emprego, com um total de 2.861 vagas com carteira assinada, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho. Ficou atrás somente do Rio Grande do Sul (8.753), Santa Catarina (4.995) e Rio de Janeiro (3.038), mas a frente de Alagoas, Paraná, Paraíba, Pará, Amazonas, Pernambuco e Espírito Santo. O Estado gerou, pelo sexto mês consecutivo (terminado em novembro), vagas de trabalho, bem diferente do que ocorreu em igual mês de 2016, quando houve uma involução de (-) 596 vagas. Novembro marca um ponto de virada em relação aos anteriores, já que, pela primeira vez desde o início da crise, o Ceará passa a apresentar um saldo positivo para o acumulado do ano de 2017.

Em 2017, o acumulado de empregos gerados no Ceará (até novembro) registrou saldo positivo desde o início da crise, em 2015, de acordo com o Enfoque Econômico - Desempenho do Emprego Celetista Cearense (nº 172 – novembro de 2017) publicado pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece). O documento, elaborado por Alexsandre Lira Cavalcante, analista de Políticas Públicas do Instituto, constata que o saldo de empregos cearense, no acumulado do ano de 2014, foi positivo, passando a registrar saldos negativos em 2015 (-34.336 vagas) e 2016 (-37.181). Mas se observar apenas o acumulado até outubro dos últimos três anos, “o saldo negativo foi crescente até 2016, revertendo completamente em 2017”.

Das oito atividades pesquisadas, apenas três apresentaram saldos positivos de empregos em novembro de 2017. A maior contribuição foi dada pelo Comércio (+3.061 vagas), seguida pelos Serviços (+1.135) e pela administração pública (+6 vagas). As atividades que apresentaram destruição de postos formais de trabalho foram: Agropecuária (-560 vagas); Indústria da Transformação (-549 vagas); Construção Civil (-188 vagas), Extrativa Mineral (-35 vagas) e SIUP (-9 vagas). Os dados obtidos para as cinco grandes regiões do país mostram que apenas em duas regiões foram gerados empregos com carteira assinada: Sul foi a que registrou o maior número no país em novembro de 2017 (+15.181 vagas), seguida pela região Nordeste, que criou 3.758 vagas. As demais regiões apresentaram saldos negativos de empregos, com a região Sudeste tendo registrado a maior perda de postos de trabalho (-16.421 vagas), seguida pelas regiões Norte (-398 vagas) e Centro Oeste (-14.412 vagas).

O Brasil, em novembro do ano passado, perdeu 12.292 vagas com carteira assinada, terminando assim uma sequência de sete saldos mensais positivos consecutivos no ano. Entretanto, comparado com o mesmo mês do ano de 2015 (-130.629 vagas) e no mesmo período do ano de 2016 (-116.747) o resultado de novembro de 2017 se apresenta como uma tendência de recuperação nesse mercado.

Clique aqui e acesse o Enfoque Econômico Nº 172 - Desempenho do Emprego Celetista Cearense – Novembro de 2017.



Assessoria de Comunicação do Ipece
(85) 3101.3509
 

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