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Ceará obteve o primeiro lugar no país na participação dos empregos com carteira assinada no fim do período 2010/15

O Ceará ficou na liderança dentre todos os Estados brasileiros – 26 e mais o Distrito Federal – na participação dos empregos formais, com crescimento de 0,20 pontos percentuais (p.p), passando de 3,01 em 2010 para 3,21 p.p em 2015, seguido pelo Pará, Mato Grosso, Paraná e Goiás. O Ceará apresentou o quinto maior crescimento no número de empregos formais (carteira de trabalho assinada) do país, totalizando 216.967 vínculos, fechando o período (2010/15) com 1.542.759.

Mas apesar dos excelentes números obtidos, o Ceará registrou a pior média salarial paga aos vínculos formais de trabalho, no valor de R$ 1.863,31 no último ano da série 2010/2015, mesmo depois de ter registrado o oitavo crescimento real no período, com 11,69 por cento. Os dados estão no  Ipece/Informe nº 115 (julho 2017), que tem como tema Dinâmica dos Empregos Formais Cearenses: Uma Análise Comparativa com o Brasil, Grandes Regiões, Estados e Capitais da Federação entre os anos de 2010 e 2015.

O trabalho já pode ser acessado: Ipece Informe Nº 115 - Dinâmica dos Empregos Formais Cearenses: Uma Análise Comparativa com o Brasil, Grandes Regiões, Estados e Capitais da Federação entre os anos de 2010 e 2015.

O estudo, de autoria de Alexsandre Lira Cavalcante, analista de Políticas Públicas do Ipece, aborda a evolução do estoque de empregos formais do Estado do Ceará no período de 2010 a 2015, fazendo uma análise comparativa com o desempenho do país, grandes regiões e com os demais estados da federação, dando enfoque na capital cearense com base nos dados da Relação Anual de Informações Anuais (RAIS) do Ministério do Trabalho. As principais variáveis utilizadas foram o número de vínculos, massa salarial e média salarial paga.

A partir dos dados observados é possível concluir que a região Nordeste apresentou o maior crescimento no estoque de empregos formais entre os anos de 2010 e 2015, revelando uma nítida desconcentração dos vínculos formais de trabalho no território nacional, principalmente em função da perda de participação da região Sudeste. Devido a uma maior expansão dos vínculos formais de trabalho cearense e da capital Fortaleza, estas ganharam participação dentro do Brasil e na região Nordeste.

Ele informa que Fortaleza ocupou a sexta colocação dentre as capitais do país no total de vínculos formais, acima de Salvador e Pernambuco dentro da região Nordeste, e a nona posição no total dos empregos formais por estados, tendo registrado ainda a sexta maior participação na soma das capitais. A capital cearense concentrou 63,56 por cento da massa salarial paga nos empregos formais cearenses, a décima maior concentração de massa salarial paga nos estados.

Mesmo assim, Fortaleza ainda apresentou a pior média salarial paga nos empregos formais dentre as capitais brasileiras no valor de R$ 2.218,21 e entre 2010 e 2015, sua média salarial registrou o 18º maior crescimento real de 7,74 por cento. Na análise por perfil do trabalhador dentro do estado do Ceará e na capital Fortaleza, nota-se que o emprego formal tanto no estado quanto em Fortaleza ainda é formado mais por profissionais do sexo masculino com participação acima dos 55 por cento.

Enquanto no estado a participação masculina foi crescente, na capital ocorreu um fenômeno justamente o contrário entre os anos de 2010 e 2015. Vale ainda ressaltar que Fortaleza também concentra os empregos formais por gênero, em especial os trabalhadores do sexo masculino. Fortaleza continua apresentando a melhor remuneração para cada tipo de gênero comparado a média geral do estado do Ceará.

 

 

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