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IPCA da Região Metropolitana de Fortaleza fecha em 0,10% em maio, segundo menor resultado dentre 13 regiões pesquisadas

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) registrou, em maio de 2017, alta de 0,10 por cento, resultado levemente mais elevado que em abril, quando o índice ficou em 0,08 por cento. Dentre as 13 capitais pesquisadas e regiões metropolitanas, a de Fortaleza, em maio, foi que registrou a segunda menor variação, atrás somente de Belém, com índice negativo (- 0,13). Já com relação a maio de 2016, o IPCA da RMF fechou com alta de 0,99 por cento. Com esse forte recuo comparado ao mesmo mês do ano anterior, o acumulado dos últimos doze meses na região chegou a 4,92 por cento em maio.

Os dados estão no documento Relatório de Inflação (maio de 2017/ nº 17) que acaba de ser publicado pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), órgão vinculado à Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) do Governo do Estado. De acordo comDaniel Suliano, Analista de Políticas Públicas do Ipece responsável pela elaboração do documento, a maior alta entre os nove grupos pesquisado em maio ficou com o segmento de Habitação, resultado semelhante ao mês anterior.

O grupo Habitação apresentou variação de  2,14 por cento, em decorrência sobretudo, do reajjuste de 10,44 por cento do item Energia Elétrica Residencial. No IPCA da RMF o grupo de Transportes foi o que apresentou a segunda maior alta, com variação de 1,45 por cento. Nesse caso, o item Combustíveis de Veículos, com variação de 4,06 por cento, foi o maior responsável pela alta do grupo. Já o grupo Alimentação e Bebidas, que responde por mais de ¼ das despesas das famílias, recuou 1,41 por cento. Neste grupo, o destaque ficou para Tubérculos, Raízes e Legumes, que recuaram 6,41 por cento.

No IPCA nacional, a alta de maio foi de 0,31 por cento, e, portanto, mais que o dobro do registrado no mês de abril, onde a variação havia sido de 0,14 por cento. Apesar dessa alta, de acordo com o IBGE, desde 2007, quando IPCA de maio havia sido de 0,28 por cento, não se tinha registro de taxa mais baixa para o referido mês.

 

RESULTADO DO INPC

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede o custo de vida das famílias com menor poder aquisitivo, uma vez que é calculado para as famílias com rendimento de 01 a 05 salários mínimos, fechou, em maio, na RGF, com deflação de 0,04 por cento, sendo o primeiro mês a registrar retração de preços nos últimos doze meses.

Semelhantemente ao mês de abril, a Região Metropolitana de Recife apresentou a maior alta entre as regiões pesquisadas, com variação de 0,61 por cento. Essa retração dos preços medida pelo INPC tem feito o acumulado dos últimos doze meses da RMF recuar em um ritmo ainda maior. De fato, de abril a maio o acumulado dos últimos doze meses do INPC da RMF saiu de 6,19 por cento para 4,98 por cento, respectivamente.


Clique aqui
para baixar o Relatório de Inflação – Maio 2017

 

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